quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Recuperação - Governos militares- Atos e ações dos presidentes

Os governos militares

  • Governo Castello Branco (abril de 1964 a julho de 1967):



  • O marechal Humberto de Alencar Castello Branco esteve à frente do primeiro governo militar e deu início à promulgação dos Atos Institucionais. Entre as medidas mais importantes, destacam-se: suspensão dos direitos políticos dos cidadãos; cassação de mandatos parlamentares; eleições indiretas para governadores; dissolução de todos os partidos políticos e criação de duas novas agremiações políticas: a Aliança Renovadora Nacional (Arena), que reuniu os governistas, e o Movimento Democrático Brasileiro (MDB), que reuniu as oposições consentidas.

    Em fins de 1966, o Congresso Nacional foi fechado, sendo imposta uma nova Constituição, que entrou em vigor em janeiro de 1967. Na economia, o governo revogou a Lei de Remessa de Lucros e a Lei de Estabilidade no Emprego, proibiu as greves e impôs severo controle dos salários. Castelo Branco planejava a transferir o governo aos civis no final de seu mandato, mas setores radicais do Exército impuseram a candidatura do marechal Costa e Silva.

  • Governo Costa e Silva (março de 1967 a agosto de 1969):



  • O marechal Arthur da Costa e Silva enfrentou a reorganização política dos setores oposicionistas, greves e a eclosão de movimentos sociais de protesto, entre eles o movimento estudantil universitário. Também neste período os grupos e organizações políticas de esquerda organizaram guerrilhas urbanas e passaram a enfrentar a ditadura, empunhando armas, realizando sequestros e atos terroristas. O governo, então, radicalizou as medidas repressivas, com a justificativa de enfrentar os movimentos de oposição.

    A promulgação do Ato Institucional nº 5 (AI-5), em dezembro de 1968, representou o fechamento completo do sistema político e a implantação da ditadura. O AI-5 restringiu drasticamente a cidadania, pois dotou o governo de prerrogativas legais que permitiram a ampliação da repressão policial-militar.

    Suprimidos os direitos políticos, na área econômica o novo presidente flexibilizou a maioria das medidas impopulares adotadas por seu antecessor. Costa e Silva não conseguiu terminar seu mandato devido a problemas de saúde. Afastado da presidência, os militares das três armas formaram uma junta governativa de emergência, composta pelos três ministros militares: almirante Augusto Rademaker, da Marinha; general Lira Tavares, do Exército; e brigadeiro Sousa e Melo, da Aeronáutica.

    Ao término do governo emergencial, que durou de agosto a outubro de 1969, o general Médici foi escolhido pela Junta Militar para assumir a presidência da República.

  • Governo Médici (novembro de 1969 a março de 1974):



  • O general Emílio Garrastazu Médici dispôs de um amplo aparato de repressão policial-militar e de inúmeras leis de exceção, sendo que a mais rigorosa era o AI-5. Por esse motivo, seu mandato presidencial ficou marcado como o mais repressivo do período da ditadura. Exílios, prisões, torturas e desaparecimentos de cidadãos fizeram parte do cotidiano de violência repressiva imposta à sociedade.

    Siglas como Dops (Departamento de Ordem Política e Social) e Doi-Codi (Destacamento de Operações e Informações-Centro de Operações de Defesa Interna) ficaram conhecidas pela brutal repressão policial-militar. Com a censura, todas as formas de manifestações artísticas e culturais sofreram restrições. No final do governo Médici, as organizações de luta armada foram dizimadas.

    Na área econômica, o governo colheu os frutos do chamado "milagre econômico", que representou a fase áurea de desenvolvimento do país, obtido por meio da captação de enormes recursos e de financiamentos externos. Todos esses recursos foram investidos em infra-estrutura: estradas, portos, hidrelétricas, rodovias e ferrovias expandiram-se e serviram como base de sustentação do vigoroso crescimento econômico. O PIB (Produto Interno Bruto) chegou a crescer 12% ao ano e milhões de empregos foram gerados.

    A curto e médio prazo, esse modelo de desenvolvimento beneficiou a economia, mas a longo prazo o país acumulou uma dívida externa cujo pagamento (somente dos juros) bloqueou a capacidade de investimento do Estado. A estabilidade política e econômica obtida no governo Médici permitiu que o próprio presidente escolhesse seu sucessor: o general Ernesto Geisel foi designado para ocupar a Presidência da República.

  • Governo Geisel (março de 1974 a março de 1979):



  • O governo do general Ernesto Geisel coincidiu com o fim do milagre econômico. O aumento vertiginoso dos preços do petróleo, principal fonte energética do país, a recessão da economia mundial e a escassez de investimentos estrangeiros interferiram negativamente na economia interna.

    Na área política, Geisel previu dificuldades crescentes e custos políticos altíssimos para a corporação militar e para o país, caso os militares permanecessem no poder indefinidamente. Ademais, o MDB conseguiu expressiva vitória nas eleições gerais de novembro de 1974, conquistando 59% dos votos para o Senado, 48% da Câmara dos Deputados e as prefeituras da maioria das grandes cidades. Por essa razão, o presidente iniciou o processo de distensão lenta e gradual em direção à abertura e à redemocratização.

    Não obstante, militares radicais (denominados pelos historiadores como a "linha dura"), que controlavam o sistema repressivo, ofereceram resistência à política de liberalização. A ação desses militares gerou graves crises institucionais e tentativas de deposição do presidente.

    Os casos mais notórios de tentativas de desestabilizar o governo ocorreram em São Paulo, quando morreram, sob tortura, o jornalista Vladimir Herzog e o operário Manoel Fiel Filho.

    O conflito interno nas Forças Armadas, decorrente de divergências com relação à condução do Estado brasileiro, esteve presente desde a tomada do poder pelos militares até o fim da ditadura.

    No entanto, Geisel conseguiu superar todas as tentativas de desestabilização do seu governo. O golpe final contra os militares radicais foi dado com a exoneração do ministro do Exército, general Sílvio Frota.

    Ao término do mandato de Geisel, a sociedade brasileira tinha sofrido muitas transformações. A repressão havia diminuído significativamente; as oposições políticas, o movimento estudantil e os movimentos sociais começaram a se reorganizar. Em 1978, o presidente revogou o AI-5 e restaurou o habeas corpus. Geisel conseguiu impor a candidatura do general João Batista Figueiredo para a sucessão presidencial.

  • Governo Figueiredo (março de 1979 a março de 1985):



  • João Baptista de Oliveira Figueiredo foi o último general presidente, encerrando o período da ditadura militar, que durou mais de duas décadas.

    Figueiredo acelerou o processo de liberalização política e o grande marco foi a aprovação da Lei de Anistia, que permitiu o retorno ao país de milhares de exilados políticos e concedeu perdão para aqueles que cometeram crimes políticos. A anistia foi mútua, ou seja, a lei também livrou da justiça os militares envolvidos em ações repressivas que provocaram torturas, mortes e o desaparecimento de cidadãos. O pluripartidarismo foi restabelecido. A Arena muda a sua denominação e passa a ser PDS; o MDB passa a ser PMDB. Surgem outros partidos, como o Partido dos Trabalhadores (PT) e o Partido Democrático Trabalhista (PDT).

    O governo também enfrentou a resistência de militares radicais, que não aceitavam o fim da ditadura. Essa resistência tomou a forma de atos terroristas. Cartas-bombas eram deixadas em bancas de jornal, editoras e entidades da sociedade civil (Igreja Católica, Ordem dos Advogados do Brasil, Associação Brasileira de Imprensa, entre outras). O caso mais grave e de maior repercussão ocorreu em abril de 1981, quando uma bomba explodiu durante um show no centro de convenções do Rio Centro. O governo, porém, não investigou devidamente o episódio.

    Na área econômica, a atuação do governo foi medíocre, os índices de inflação e a recessão aumentaram drasticamente.

    No último ano do governo Figueiredo surgiu o movimento das Diretas Já, que mobilizou toda a população em defesa de eleições diretas para a escolha do próximo presidente da República. O governo, porém, resistiu e conseguiu barrar a Lei Dante de Oliveira. Desse modo, o sucessor de Figueiredo foi escolhido indiretamente pelo Colégio Eleitoral, formado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal. Em 15 de janeiro de 1985, o Colégio Eleitoral escolheu o deputado Tancredo Neves como novo presidente da República. Tancredo derrotou o deputado Paulo Maluf. Tancredo Neves, no entanto, adoeceu e morreu. Em seu lugar, assumiu o vice-presidente, José Sarney.

    Resumo para Recuperação:- Resumão sobre o regime militar

    Período: de 31 de março de 1964 (Golpe Militar que derrubou João Goulart) a 15 de janeiro de 1985 (eleição de Tancredo Neves).
    Fatores que influenciaram (contexto histórico antes do Golpe):
    - Instabilidade política durante o governo de João Goulart;- Ocorrências de greves e manifestações políticas e sociais;
    - Alto custo de vida enfrentado pela população;
    - Promessa de João Goulart em fazer a Reforma de Base (mudanças radicais na agricultura, economia e educação);
    - Medo da classe média de que o socialismo fosse implantado no Brasil;
    - apoio da Igreja Católica, setores conservadores, classe média e até dos Estados Unidos aos militares brasileiros;
    Principais características do regime militar no Brasil:
    - Cassação de direitos políticos de opositores;
    - Repressão aos movimentos sociais e manifestações de oposição;
    - Censura aos meios de comunicação;- Censura aos artistas (músicos, atores, artistas plásticos);
    - Aproximação dos Estados Unidos;- Controle dos sindicatos;
    - Implantação do bipartidarismo: ARENA (governo) e MDB (oposição controlada);
    - Enfrentamento militar dos movimentos de guerrilha contrários ao regime militar;
    - Uso de métodos violentos, inclusive tortura, contra os opositores ao regime;
    - “Milagre econômico”: forte crescimento da economia (entre 1969 a 1973) com altos investimentos em infraestrutura. Aumento da dívida externa.
    Abertura Política e transição para a democracia:
    - Teve início no governo Ernesto Geisel e continuou no de Figueiredo;
    - Abertura lenda, gradual e segura, conforme prometido por Geisel;
    - Significativa vitória do MDB nas eleições parlamentares de 1974;
    - Fim do AI-5 e restauração do habeas-corpus em 1978;- Em 1979 volta o sistema pluripartidário;
    - Em 1984 ocorreu o Movimento das “Diretas Já”. Porém, a eleição ocorre de forma indireta com a eleição de Tancredo Neves.

    Presidentes do período militar no Brasil:
    CASTELO BRANCO (1964-1967)

    COSTA E SILVA (1967-1969)

    JUNTA MILITAR (31/8/1969-30/10/1969)

    MEDICI (1969-1974)

    GEISEL (1974-1979)

    FIGUEIREDO (1979-1985) 

    domingo, 6 de novembro de 2011

    Revolução Russa

    Revolução Russa

    Revolução Russa
    Queda da monarquia, Revolução de 1917, Bolcheviques no poder, socialismo, comunismo, Lênin,
    consolidação da revolução, formação da URSS, economia e administração
    Introdução
    No começo do século XX, a Rússia era um país de economia atrasada e dependente da agricultura, pois 80% de sua economia estava concentrada no campo (produção de gêneros agrícolas).
    Rússia Czarista
    Os trabalhadores rurais viviam em extrema miséria e pobreza, pagando altos impostos para manter a base do sistema czarista de Nicolau II. O czar governava a Rússia de forma absolutista, ou seja, concentrava poderes em suas mãos não abrindo espaço para a democracia. Mesmo os trabalhadores urbanos, que desfrutavam os poucos empregos da fraca indústria russa, viviam descontentes com os governo do czar.
    No ano de 1905, Nicolau II mostra a cara violenta e repressiva de seu governo. No conhecido Domingo Sangrento, manda seu exército fuzilar milhares de manifestantes. Marinheiros do encouraçado Potenkim também foram reprimidos pelo czar.
    Começava então a formação dos sovietes (organização de trabalhadores russos) sob a liderança de Lênin. Os bolcheviques começavam a preparar a revolução socialista na Rússia e a queda da monarquia.
    A Rússia na Primeira Guerra Mundial
    Faltava alimentos na Rússia czarista, empregos para os trabalhadores, salários dignos e democracia. Mesmo assim, Nicolau II jogou a Rússia numa guerra mundial. Os gastos com a guerra e os prejuízos fizeram aumentar ainda mais a insatisfação popular com o czar.
    Greves,  manifestações e a queda da monarquia
    As greves de trabalhadores urbanos e rurais espalham-se pelo território russo. Ocorriam muitas vezes motins dentro do próprio exército russo. As manifestações populares pediam democracia, mais empregos, melhores salários e o fim da monarquia czarista. Em 1917, o governo de Nicolau II foi retirado do poder e assumiria Kerenski (menchevique) como governo provisório.
    A Revolução Russa de outubro de 1917
    Com Kerenski no poder pouca coisa havia mudado na Rússia. Os bolcheviques, liderados por Lênin, organizaram uma nova revolução que ocorreu em outubro de 1917. Prometendo paz, terra, pão, liberdade e trabalho, Lênin assumiu o governo da Rússia e implantou o socialismo. As terras foram redistribuídas para os trabalhadores do campo, os bancos foram nacionalizados e as fábricas passaram para as mãos dos trabalhadores.
    Lênin também retirou seu país da Primeira Guerra Mundial no ano de 1918. Foi instalado o partido único: o PC (Partido Comunista).
    A formação da URSS
    Após a revolução, foi implantada a URSS ( União das Repúblicas Socialistas Soviéticas). Seguiu-se um período de grande crescimento econômico, principalmente após a NEP ( Nova Política Econômica ). A URSS tornou-se uma grande potência econômica e militar. Mais tarde rivalizaria com os Estados Unidos na chamada Guerra Fria. Porém, após a revolução a situação da população geral e dos trabalhadores pouco mudou no que diz respeito à democracia. O Partido Comunista reprimia qualquer manifestação considerada contrária aos princípios socialistas. A falta de democracia imperava na URSS.
    Os líderes da União Soviética durante o regime socialista:
    - Vladimir Lenin (8 de novembro de 1917 a 21 de janeiro de 1924)
    - Josef Stalin (3 de abril de 1922 a 5 de março de 1953)
    - Nikita Khrushchov (7 de setembro de 1953 a 14 de outubro de 1964)
    - Leonid Brejnev (14 de outubro de 1964 a 10 de novembro de 1982)
    - Iúri Andopov (12 de novembro de 1982 a 9 de fevereiro de 1984)
    - Konstantin Chernenko (13 de fevereiro de 1984 a 10 de março de 1985)
    - Mikhail Gorbachev (11 de março de 1985 a 24 de agosto de 1991)

    terça-feira, 25 de outubro de 2011

    Nova República - Importante para o Simulado

      Na Nova República, começa a abertura política no Brasil. O General Figueiredo, mostrando-se sem vontade de governar não consegue impor à nação seu sucessor, como fizera seu antecessor, Ernesto Geisel.
    A campanha pelas diretas:   Nos anos de 1983 e 1984, a campanha pelas diretas tomou conta do país. O amarelo, cor das diretas, tomou conta do país. "Panelaços" e "buzinaços" foram organizados. Milhões de pessoas foram às ruas para exigir eleições diretas para o sucessor de Figueiredo.


      No dia 25 de abril de 1984, foi votada a emenda pelas eleições diretas. Foram 298 votos a favor, 65 contra e 116 deputados faltaram. Mesmo com maioria, a emenda precisaria de 320 votos para ser aprovada. A eleição indireta para o sucessor do General Figueiredo, foi dia 15 de janeiro de 1985.
      Votaram os deputados federais, senadores e seis representantes de cada Assembléia Legislativa.
      Com os militares de fora, o PMDB, com apoio de alguns saídos de PDS ( que formaram a Frente Liberal ) lançaram Tancredo Neves para presidente, e José Sarney vice. O PDS indicou Paulo Salim Maluf para presidente, e Flávio Marcílio para vice. Venceu a chapa Tancredo-Sarney com 480 votos contra 180 votos para a chapa Maluf-Marcílio.


      Mas Tancredo Neves, não assumiu a presidência. Na véspera da posse, Tancredo sentiu fortes dores abdominais. Depois de sete cirurgias, Tancredo falece no dia 21 de abril.


      Com a morte de Tancredo assumiu a presidência José Sarney.
    Governo José Sarney:   No governo Sarney foram estabelecidas eleições diretas para todos os cargos, partidos políticos puderam se organizar e funcionar livremente. Também no seu governo foi promulgada a nova Constituição brasileira.
      No campo econômico, o governo adotou uma medida de impacto no dia 28 de fevereiro de 1986, quando foi lançado o
    Plano Cruzado. No começo a população apoiou a medida, mas logo começaram a surgir os problemas: começara a faltar mercadorias que estavam à espera de aumento de preços; os empresários começaram a modificar os produtos para elevar seu preço; fazendeiros se negaram a vender bois pelo preço de tabela; o valor dos aluguéis disparou.
      O governo se mostrou incapaz de enfrentar a situação, provocados pelos interesses dos poderosos.
      No fim desse ano, a inflação voltou a subir. O ministro da Fazendo, Dílson Funaro demitiu-se. Seu substituto, Luís Carlos Bresser Pereira, tentou sem êxito, acabar com a crise, e demitiu-se em 1987. Seu sucessor, Maílson da Nóbrega, também não obteve sucesso. Em janeiro de 1989, foi decretado o Plano Verão, que congelou os salários e preços, mas também não deu resultado. No fim do governo Sarney, a inflação era de mais de 70% ao mês.
    A Nova Constituição:   A constituição de 1988, foi mais favorável ao trabalhador, que conseguiram muitas vantagens graças aos seus representantes.
      A nova Constituição foi promulgada em 5 de outubro de 1988.


      Outras mudanças na importantes também ocorreram na
    Constituição, como o 2º Turno nas eleições para governadores, presidente e prefeitos de cidades com mais de 200.000 habitantes; voto facultativo entre 16 e 18 anos; o fim da censura a radio, televisão, cinema, etc; o mandato de 5 anos para presidente.


    Governo Collor:   Nas eleições de 1989, Fernando Collor de Melo derrotou Luís Inácio Lula da Silva e assumiu a presidência. Houve grande expectativa em torno da posse do novo Presidente, pois era o primeiro presidente eleito pelo voto popular após quase 30 anos.


      As atenções nesse governo se concentraram no plano econômico que o Presidente anunciou uma parte no dia da posse, e totalizado no dia seguinte à posse.
      Zélia Cardoso de Melo, ministra da Econômia, passou a ser o ponto das atenções do governo Collor. Graças ao choque, a inflação baixou a níveis inferiores a 10% nos primeiros meses da nova gestão.
      Mas as principais conseqüencias que o
    Plano Collor causou foi a recessão, com queda nos salários e aumento da miséria e desemprego. Diante disso, a ministra Zélia Cardoso demitiu-se em maio de 1991, sendo substituída por Marcílio Marques Moreira.
      No final de 1991, além da recessão, a inflação voltava a superar níveis de 20% ao mês e continuou a crescer em 1992.
    "Fora Collor":   Collor fez exatamente o contrário do que havia prometido. Acusou Lula de querer confiscar a poupança, mas ele mesmo confiscou não só a poupança, como também as contas correntes e outras aplicações; disse que iria acabar com os marajás, mas instaurou-os no Palácio do Planalto; disse que acabaria com a inflação com um só tiro, mas após uma pequena queda, a inflação voltou a crescer a todo vapor; disse que acabaria com a corrupção, mas participou da maior rede de corrupção já vista no país; no seu governo, o salário mínimo foi o mais baixo de todos os tempos e obrigou os aposentados a saírem nas ruas para exigir respeito aos seus direitos.


      Para esconder o fracasso de seu governo, Collor montou uma campanha publicitária. Como era jovem e desportista, Collor deveria superar todos os obstáculos e transformar o Brasil, no país tão sonhado por todos.
      Mas tudo isso foi inútuil. Cada vez mais se tomava conhecimento do esquemas de corrupção de Collor. A mulher de Collor desviava dinheiro da Legião Brasileira de Assistência ( LBA ), que presidia, para seus familiares.
      Para mostrar que nada tinha haver com esses acontecimentos, Collor fez uma reforma ministerial e demitiu a própria mulher. Mas, com a denúncia de seu irmão, Pedro Collor, ficou se sabendo que o governo estava tomada pela corrupção.
      O Congresso Nacional formou uma CPI ( Comissão Parlamentar de Inquérito ), para investigar as denúncias de Pedro Collor. Após o depoimento do motorista da secretária de Collor, ficou se sabendo de todo o esquema de corrupção.
      Milhares de jovens saíram às ruas, para pedir a cassação de Collor."Fora Collor" era o grito que tomou conta do país.
      No dia 29 de setembro, a Câmara dos Deputados autorizou ao Senado de julgar e processar Collor. De acordo com a Constituição, Collor ficou afastado durante 180 dias, assumindo o vice, Itamar Franco.
      Após três meses de julgamento, Collor renunciou.


     No mesmo dia Itamar foi empossado novo presidente. Apesar da renúncia, o Senado continuou o julgamento, e considerou o presidente culpado, cassando seu mandato por 8 anos.


    Governo Itamar Franco:   O governo de Itamar Franco vai de 1993 e 1994. O maior desafio para Itamar seria baixar a inflação e criar uma moeda estável. Depois de algumas tentativas sem sucesso, Itamar Franco convidou o sociólogo Fernando Henrique Cardoso para o Ministério da Fazenda. Fernando formou uma equipe com economistas que já haviam trabalhado em planos anteriores. Juntos, elaboraram o Plano Real, que passou a vigorar em 1º de junho de 1994.
      O Real, consistiu na adoção de uma moeda, o Real.
    Governo Fernando Henrique:   Em 1994, Fernando Henrique deixa o Ministério da Fazenda, e se candidata à Presidência da República. Filiado ao PSDB, FHC contou com o apoio do PFL e do PTB, dois partidos considerados conservadores. As principais promessas de FHC foram:
    -reforma agrária;
    -diminuição das desigualdades entre ricos e pobres;
    -melhoria das condições de alimentação, moradia, educação, e saúde dos brasileiros.

      Lula mais uma vez saiu derrotado. Fernando Henrique toma posse no dia 1º de janeiro de 1995.


      Principais acontecimentos do governo FHC:
    -início das operações do Mercado Comum do Sul ( MERCOSUL ), cujas bases foram lançadas no governo Collor;
    -fim do monopólio da Petrobrás;
    -privatização de estatais como o Sistema Telebrás, a CSN, a Cia. Vale do Rio Doce, Cias. de Energia;
    -aprovada a reeleição para a Presidência da República, governadores e prefeitos.
    -a aposentadoria deixa de ser por tempo de serviço, e passa a ser por idade;
    A Reeleição:   Pela primeira vez na história, governadores e o Presidente da República, poderiam concorrer à reeleição para mais quatro anos seguidos. FHC, venceu todos os adversários em primeiro turno, inclusive Lula, sendo o Presidente mais votado da história, batendo o recorde de Jânio Quadros. FHC assumiu em 1999 para um mandato de mais 4 anos.


    Eleições Municipais:   Nas eleições municipais de 2000, a esquerda conseguiu grandes vitórias em cidades importantes e em algumas capitais. Em São Paulo, o ex-prefeito Paulo Maluf, perdeu no 2ºturno para a ex-deputada federal do PT Marta Suplicy. Assim como em São Paulo, na cidade de Porto Alegre também elegeu um prefeito petista.
      Outro fator a ser observado também, é a derrota de lideranças sindicais em cidades do ABC paulista, como por exemplo a de Vicentinho em São Bernardo do Campo.
    Eleição na câmara e no senado:   O ano 2001 começa com uma grande movimentação política. A eleição para a presidência da câmara e do senado abre uma disputa onde, a base do governo fica seriamente abalada.O PFL lança Inocêncio de Oliveira como candidato na câmara, concorrendo com o deputado Aécio Neves do PSDB mineiro com apoio do PMDB. Em troca do apoio à Aecio, o PSDB apóia no senado o senador Jáder Barbalho, que vence no senado e provoca um grande racha na base governista, pois o senador ACM, grande inimigo de Barbalho era contra sua eleição. Várias acusações decorreram após a vitória de Barbalho no senado, até a abertura de uma CPI.
      O resultado dessa CPI até agora: dois senadores, José Roberto Arruda (PSDB) ex-lider governista, e Antônio Carlos Magalhães (PFL) renunciaram a seu mandato.
    Apagão:   O Apagão começou a ser cogitado com a falta de chuvas nos primeiros meses do ano. Havia grande esperança, por parte do governo, de que iria chover até o fim do período de chuvas. Mas não choveu, e a possibilidade de apagão ficou eminente. Diante disso o governo criou regras para o uso de energia elétrica. Nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste todos, sem restrição, deveriam economizar 20% de acordo com a média aritmética dos meses de abril, maio e junho de 2000. Os que não cumprirem a meta iriam pagar multas e correm o risco de ter a energia elétrica cortada por 3 dias. Então, no dia 1º de Junho começou a valer as regras do governo.
      Um grande problema trouxe a probabilidade de apagão para todos. Mas, segundo fontes, o governo já havia sendo alertado desde 1996 sobre a possibilidade de falta de energia, caso o governo não aumentasse os investimento na área. Infelizmente esses técnico não foram ouvidos, e acontece o estamos vivendo hoje.


    Pré-Candidatos à presidência:   No 2º Semestre de 2001 começaram as cogitações para as eleições de 2002. Muitos políticos influentes lançaram sua pré-candidatura à presidência da República.Alguns deles:
    - José Serra do PSDB, é o candidato oficial do governo com o apoio de FHC;
    - Tasso Jereissati do PSDB, lançou sua pré-candidatura, mas logo depois desistiu porque o partido resolve apoiar Serra;
    - Lula do PT, deve ser o candidato do PT, embora terá de participar das prévias com o senador Eduardo Suplicy;
    - Eduardo Suplicy do PT, deve disputar as prévias contra Lula;
    - Ciro Gomes do PPS, deve repetir o discurso de 1998;
    - Anthony Garotinho do PSB, pode ser uma surpresa, embora pesquisas apontem que terá pouquissímas chances de passar para o 2º Turno;
    - Roseana Sarnaey do PFL, é a candidata da direita mais bem colocada.
    Devassa na Lunus:   Em abril de 2002, a Polícia Federal invade a sede da empresa Lunus, de propriedade de Jorge Murad e Roseana Sarney, e encontram uma grande quantidade de dinheiro, todos em notas de cinqüenta. Com esse escândalo, Roseana que estava bem posicionada na corrida sucessória cai muitos pontos. O PFL deixa a base governista. No final de tudo Roseana desiste da candidatura à presidência para concorrer ao Senado.
      O PFL fica dividido: uma parte do partido quer lançar outro candidato, outra parte não quer lançar candidato, uma minoria quer apoiar Ciro Gomes, e outra minoria quer a reaproximação com Serra. A direção do PFL decide não lançar candidato à presidência, deixando suas lideranças regionais livres para apoiarem quem eles quiserem.
    Eleições 2002:   Em 2002 foram realizadas eleições para os cargos de Presidente da República, Governadores, Deputados Estaduais e Federas e Senadores. Os candidatos à Presidência da República foram:
    - Luís Inácio Lula da Silva do PT, tendo como vice o senador mineiro José Alencar do PL;
    -José Serra do PSDB, tendo como vice a deputada capixaba Rita Camata do PMDB;
    -Anthony Garotinho do PSB; e
    - Ciro Gomes do PPS, tendo como vice o sindicalista Paulo Pereira da Silva do PTB.
      Foram necessários dois turnos para que fosse escolhido o novo presidente do Brasil. No primeiro, Lula e Serra foram os mais votados, passando para o segundo turno. No segundo turno, realizado no dia 27 de outubro de 2002, saiu vencedor Luís Inácio Lula da Silva do PT, com mais de 52 milhões de votos, se tornando o presidente mais votado do país e segundo presidente mais votado na história do mundo.


    Governo Lula:   O Governo Lula tem início em 1º de Janeiro de 2003 e deverá terminar em 1º de janeiro de 2007. O maior desafio e bandeira de campanha de Lula será combater a fome, entretanto, a reforma da previdência também será um grande desafio. Além disso, a oposição de alguns elementos mais radicais do próprio PT deverá ser um grande desafio para Lula.
      No dia da posse, uma grande festa popular tomou Brasília para recepcionar o Presidente. Nunca tanta gente foi prestigiar a posse de um presidente em Brasília. Estima-se que mais de 100.000 simpatizantes foram à festa da posse.





      Um dos primeiro atos do Governo Lula foi criar o programa "Fome Zero", que tem como objetivo erradicar a fome do país.
    Morre Brizola:    Em Julho de 2004 morre no Rio de Janeiro o Presidente Nacional do PDT, Leonel de Moura Brizola.
       Brizola, que começou sua carreira política no RS, liderou o movimento que culminou com o cumprimento da Constituição em 1961, culminando com a posse de João Goulart. Com sua morte, morre o último herdeiro político de Getúlio Vargas.
    Os 50 anos da morte de Vargas:    Em 24 Agosto de 2004 completou 50 anos o suicídio de Vargas. Várias publicações foram realizadas, noticiando o fato e, em algumas, homenageando Vargas.
    O Segundo Governo Lula:    Nas eleições de 2006, Lula sagrou-se novamente vencedor, derrotando em segundo turno o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB).
       As principais realizações do segundo governo de Lula foram a conquista, pelo Brasil, do direito de sediar a Copa de 2014 e as Olímpiads de 2016, além da continuidade da política econômica austera, e da política externa de aproximação com os países da África, América Latina e G20.

    Resumo sobre a Nova República - Importante para o Simulado

    Período da História Brasileira que vai de 1985 até aos dias atuais.

    A Nova República é o período de nossa história onde o Brasil passou a ser verdadeiramente um país democrático.

    Em 1985
    Tancredo Neves foi eleito Presidente do Brasil pelo Colégio Eleitoral. A escolha de Tancredo Neves como Presidente deu um ponto final na Ditadura Militar.

    Na véspera de tomar posse do governo, Tancredo Neves adoeceu, e dias depois, 21 de Abril de 1985, venho a falecer.
    O Governo Sarney (1985-1990)

    Com a morte de Tancredo Neves, o vice-presidente eleito, José Sarney, assumiu a presidência do Brasil. José Sarney governou o Brasil espelhado na imagem de Tancredo Neves. O ministério foi composto pelos mesmos ministros escolhidos por Tancredo.

    O Governo Sarney deu inicio a
    Redemocratização do Brasil. Foi estabelecido eleições diretas para os cargos políticos. Também foi dado o direito de votar aos analfabetos e foi criada uma nova constituição.

    A Constituição de 1988 é a mais democrática que o Brasil já teve.

    No campo político o país respirava com a redemocratização mas, no campo econômico os problemas continuaram.

    Buscando uma solução para a crise econômica, em Fevereiro de 1986 o Governo Sarney lançou um plano de estabilização econômica, o
    Plano Cruzado.

    A nova moeda, o Cruzado, tinha o valor de mil cruzeiro, antiga moeda. Pelo Plano Cruzado ficou estabelecido o congelamento de preços e salários. Estas medidas econômicas não surtiram efeito pois a inflação voltou a subir.

    Com o fracasso do Plano Cruzado, outros planos econômicos foram elaborados, foi o caso do
    Plano Blesser e Plano Verão que criou o Cruzado Novo.
    O Governo Collor (1990-1993)

    Nas eleições de 1989, com o caos econômico instalado no Brasil, a população optou por votar num candidato que não fosse o indicado pelo governo Sarney.

    O povo elegeu como Presidente do Brasil Fernando Collor de Mello. Em sua campanha política Collor afirmava que buscaria melhorias na condição de vida do povo brasileiro, chamado por ele de
    pés-descalços e descamisados.

    Logo ao assumir a presidência, Collor pois em pratica o
    Plano Brasil Novo, conhecido também como Plano Collor.

    O Plano Collor em comparação aos planos tomados pelos governos anteriores foi o mais drástico. A moeda voltou a ser o cruzeiro que passou a ser circulado em menor quantidade. As contas bancárias e cadernetas de poupanças com saldo superior a 50 mil cruzeiros foram bloqueadas.

    Inicialmente, as medidas econômicas tomadas no Governo Collor até surtiram efeito, mas no andamento do governo a inflação voltou a subir.

    Para piorar a situação do Presidente Collor, sua imagem ficaria suja devido as denuncias de corrupção em seu governo.

    Pedro Collor, irmão do Presidente Collor, denunciou um esquema de corrupção que tinha como principal figura
    Paulo César Farias, tesoureiro da campanha politica de Collor.

    A descoberta do
    Esquema PC Farias atingiu em cheio a popularidade de Fernando Collor. Seus dias como presidente estavam contados.

    Demonstrando o seu descontentamento com o Governo Collor, boa parte da população brasileira surpreendentemente saiu as ruas para protestar. Queriam eles a imediata renuncia de Collor.

    Pressionados pelos
    Caras Pintadas, a Câmara dos Deputados instaurou uma Comissão Parlamentar de Inquérito. Na CPI foram levantadas provas suficientes que comprovaram a participação de Collor no Esquema PC.

    O Congresso Nacional teve que se reunir para discutir a aprovação do I
    mpeachment de Fernando Collor de Melo. Em 29 de Dezembro de 1993 Fernando Collor optou por renunciar a presidência deixando o cargo para o seu vice, Itamar Franco.
    O Governo Itamar Franco (1993-1994)

    Com a renuncia de Fernando Collor, Itamar Franco teve que assumir a Presidência do Brasil.
    No Governo Itamar Franco, foi encontrado uma solução para a crise econômia que assolava o Brasil.

    Em Maio de 1993 Itamar Franco nomeou Fernando Henrique Cardoso como Ministro da Fazenda.

    Fernando Henrique Cardoso a Frente de um grupo de economistas elaborou um bem sucedido plano econômico, o
    Plano Real. A nova moeda, o Real, tornou-se um sucesso.

    Com a nova moeda a população teve um melhor poder aquisitivo e seus salários não estavam mais sendo corroídos pela inflação.
    O Governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002)

    Foi dado a Fernando Henrique Cardoso o credito pela eleboração do Plano Real. A população confiava nele e por isso ele sagrou-se como candidato vencedor nas eleições presidenciais de 1994.

    Fernando Henrique tomou posse do Governo em 1 de Janeiro de 1995. Ao final de 1998 foi reeleito como presidente derrotando novamente Luís Inácio Lula da Silva.

    Além de se engajar na missão manter a inflação baixa, o Governo FHC optou por privatizar as empresas estatais e abrir economia brasileira para o
    MERCOSUL afim de ampliar sua produção industrial.

    A política econômica adotada no Governo Fernando Henrique Cardoso fez com que o Brasil recorresse ao FMI o que gerou a desvalorização do Real

    quarta-feira, 19 de outubro de 2011

    Importante - Jogo Rápido

    JOGO RÁPIDO - ENEM 2011

    Algumas orientações na reta final podem ajudar.

    Abaixo segue aquilo que foi bem trabalhado ao longo do ano com o nosso 3º ano 2011 e que servem como lembrança nesta reta final!

    Em História: faça pontes, interprete as questões, guarde algumas datas e nomes e mantenha-se atualizado.
    Temas em pauta em 2011:
    üHomofobia e direitos dos homossexuais
    üCriminalidade e agressão dos jovens
    üMarchas
    üCódigo Florestal
    üQuestões comportamentais
    üRedes sociais
    üIntervenção do Estado em hábitos culturais
    üIntervenção internacional
    üLixo Espacial
    üEstado Palestino
    üDivisão do Pará
    üFome na África
    üProtestos no Chile 
    üRevoltas Árabes 
    üTumultos em Londres 
    üReformas em Cuba
    üDivida dos EUA
    üTerror na Noruega
    üEscândalo dos grampos 
    üChina
    üRefugiados
    ü11 de Setembro: 10 anos
    ü Questão Nuclear
    ü Questões Ambientais / Indígenas
    ü Crise Econômica 
    ü ?????????????????????????


    E depois com...
    p O segundo tema mais abordado é história do Brasil, a partir do período republicano. A Era Vargas, a ditadura militar, a Política do Café com Leite foram alvos de testes. Esse período, que vem de 1889 até nossos dias, foi o que mais motivou questões de história nas edições do Enem 2010.

    Brasil Império
    Revoltas do Período Regencial, os problemas da unidade nacional durante o Império, a dependência do Brasil em relação a Inglaterra são temas de duas ou três perguntas da prova de ciências humanas e suas tecnologias.
    Economia Agrária no Brasil
    Você sabe como anda a produção de soja do Brasil? E de etanol? A estrutura fundiária e a produção agrícola no País inspiram os elaboradores das questões do Enem. Por isso, vale a pena revisar os tópicos de agricultura brasileira
    Brasil Colônia
    Pelo menos uma ou duas questões sobre as bandeiras, capitânias hereditárias, catequização dos índios, a invasão holandesa, enfim, aspectos da colonização do Brasil caem na prova de ciências humanas e suas tecnologias.
    Industrialização: Brasil e Mundo
    E Antiguidade?
    Se liga
    p  Pelo menos uma questão sobre Mesopotâmia, Egito, Grécia ou Roma.
    A História no ENEM continuando precisando de interpretação, porém o conteúdo também tem sido cobrado.
    pCapacidades
    pInterpretação de imagens, mapas e gráficos.
    pLeitura e interpretação de texto


      p É preciso ter uma noção de todos os temas, pois não costuma existir temas recorrentes ao longo de todos os anos do ENEM!